Contar e ouvir histórias

Muitas vezes usamos  contos, histórias e fábulas em nossos encontros.

O POTE VAZIO é um lindo conto, sobre um menino que  diante ao grande desafio  conseguiu manter-se honesto e coerente.

vale muito ouvir:

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plenitude vazia

Os lindos  vasos desta exposição  foram nosso presente desta sexta, a plenitude vazia dos coreanos nos deu muito o que pensar.

Na técnica tradicional o vaso é feito em duas partes, duas metades  vazias  a se transformarem num todo, cheio, resistente e  de um estética pura e simples. Nada como as  lindas tradições.

confira mais no:

http://mube.art.br/expos/plenitude-vazia/

Amuleto para 2015

Na semana passada  dia 6,  fizemos no – FAÇA MEMÓRIAS – um  amuleto para 2015. Como tudo que é novo e que se inaugura  traz  em sí uma esperança um frescor.

Este amuleto feito como uma mandala  de linhas   e carrega uma palavra no verso, palavras importantes  e  fortes como – SAÚDE, AMOR, PAZ, CUIDADO.

Que 2015 se mostre especial para todos!

O que causa a demência?

logo_aeSão vários os fatores que podem desencadear esse problema, mas alguns casos são reversíveis

Alterações de comportamento, depressã​o, confusão mental e perda da capacidade de executar tarefas rotineiras. Às vezes tidos como inerentes à velhice, esses sinais jamais devem ser negligenciados, pois podem ser as primeiras ​manifestações de demência, distúrbio caracterizado pela perda progressiva das capacidades cognitivas.

Vários fatores podem desencadear a demência. O mais conhecido – e temido – é o Alzheimer, que responde por mais de 50% dos casos. Associada à deterioração progressiva da memória, a doença evolui para outros prejuízos cognitivos, alterações de comportamento e incapacidades. Trata-se de um problema irreversível, tratado com medicamentos que permitem apenas desacelerar o processo.

Continuar lendo O que causa a demência?

Em Busca de Um Novo Mundo, de Beatriz de Carvalho

Beatriz cria uma Mitologia rica e original, em um cenário fictício coeso e bem engendrado; extremamente original dentro de sua proposta metafórica e paralelista. O público é convidado a visitar esse mundo fantástico, e a tirar suas próprias conclusões e identificações sobre os valores humanos passados na obra. Os medos, anseios e perspectivas coletivas do ser humano diante do futuro que nos aguarda movem a idéia da artista, que coloca nossa relação com a natureza como pauta nessa investigação sobre a psique humana.  A “trama” da obra mostra a necessidade de eliminar toda forma de degradação, visando a conscientização ecológica, o resgate social e os valores básicos para o convívio em comunidade.

SAIBA MAIS EM:

http://mube.art.br/expos/em-busca-de-um-novo-mundo-de-beatriz-de-carvalho/

 

 

Dia 21 de setembro. Dia da conscientização da Doença de Alzheimer


O Alzheimer ainda não tem cura, mas tem tratamento

Encarar a doença é a melhor solução para todos: doentes e familiares.

Negar os fatos dificulta ainda mais a possibilidade do doente ter uma vida com qualidade e retardar o avanço da doença.

As memórias e as histórias de vida se apagam com a piora. Palavras falham, mas o branco da memória pode ganhar  um colorido através da arte.

Arte que promove bem estar, expressão, autonomia e estímulo.

Colocar o idoso com Alzheimer em contato com a arte é presenteá-lo com momentos prazerosos em meio ao tumulto causado pelo doença. É olhar para o que resta e não para o que se foi. É dar à ele a possibilidade de dizer com gestos e pinceladas aquilo que as palavras dificultam em descrever.

Neste dia 21 lembre-se:

Você não está sozinho.

Procure a ajuda da ABRAZ e saiba: Quando a memória falha a Arte transforma.

Ator Carlos Moreno. Presença marcante na luta pela conscientização da Doença de Alzheimer

Ator e parceiro da Abraz, Carlos Moreno, generosamente, nos presenteia com seu talento e carisma para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce da Doença de Alzheimer, afinal: Quanto antes você souber, mais tempo terá para lembrar. Neste VIII Congresso Brasileiro de Alzheimer, o Faça Memórias faz uso de uma  ação artística e poética sobre as memórias roubadas pela doença para mostrar a Arte como forma de manter a expressão e autonomia dos idosos que possuem esse diagnóstico.

Quando a memória falha, a Arte transforma.

Carlos Moreno